GDD 2008 mais um evento canetinha

Na última sexta-feira 27, aconteceu o GDD - Google Developer Day 2008 Para cumprir minha agenda de eventos, estive lá e conferi o que o Google reservava aos desenvolvedores.
Confesso que esperava mais. Bem mais. Dado o poder da marca e as descrições das palestras, esperava que fossem abordados assuntos bem técnicos. Contudo, assisti a apenas apresentações introdutórias, nada aprofundado. Até foi uma sugestão na minha folha de avaliação: diminuam os temas, mas deixem os assuntos mais detalhados.
Qualquer um que já tivesse acessado o Google Code já teria mais experiência do que alguém que se depararasse com as ferramentas apenas ali, no dia.
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Manhã
Pela manhã, todos foram para a mesma sala; durante o almoço, ela foi divida e tornou-se em 4 salas com temas diferentes: Geo, OpenSocial, WebApps e Mobile. Cada uma delas tinha 4 apresentações para a tarde, com aproximadamente uma hora cada. Você escolhia qual palestra lhe interessava mais e seguia para a sala. Como o número de participantes foi uma surpresa - mais que o esperado -, o espaço parecia pequeno, principalmente na hora do almoço – não foi só minha opinião. Todo o pessoal estava espalhado pelo chão.
GDD Brasil made by Gringos
Apesar de o nome GDD ser local, o evento não tinha nenhuma apresentação técnica em português. Apenas Paulo Golgher subiu ao palco pela manhã e fez uma breve introdução do que veríamos durante a tarde. Com certeza, ele teria mais assunto técnico a mostrar do que apenas fazer uma introdução. Mas o Google deixou claro que quer ver mais brasileiros desenvolvendo em seus produtos. Todos os palestrantes tentaram destacar que muitas partes do Google Code já estão em português, mas pena que ainda não pudemos ver uma boa palestra técnica dada por um brasileiro, o que, com certeza, teria incentivado bem mais pessoas a conhecer os produtos da empresa.
Desenvolvedores na platéia
Durante algumas apresentações, a exemplo da de Jacob Hoffman-Andrews, que falou sobre Mashups Avançados e Mapplets, muitas pessoas esperavam a hora de perguntas e respostas para tirar dúvidas sobre suas aplicações. Talvez atraídas, como eu, pelo título que levava o adjetivo “avançado”. Também acho que não seria o momento adequado, mas como as apresentações eram com aplicações simples, muitos questionavam sobre outras possibilidades ao usar o produto. E sobre o porquê de eu trocar meu mapa por um mapplet: a resposta estava bem na página inicial do produto.
Participantes
Depois de festas de rodeio e encontros de Star Wars, eventos técnicos são outros locais onde os homens têm de enfrentar fila para ir ao banheiro - e não as mulheres -, algo raro nesse meio. Também acho que tivemos a maior concentração de Geeks por m²… Percebi claramente isso ao ouvir aplausos quando Dion Almaer fez um update no seu Twitter pouco ante de iniciar a palestra, levando a platéia ao delírio.
Final
Por fim, depois de anos participando de eventos técnicos – mais de 3 só neste ano -, desde quando a Microsoft resolveu lançar algo de nome .Net, achei que finalmente iria para um evento que não me deixaria decepcionado ou com a impressão de que tinha saído de um intensivão de publicidade. Afinal, destinava-se ao público técnico, desenvolvedores, mas acabei achando do GDD o mesmo dos outros eventos que também levam “developer” no nome: apenas mais um “evento canetinha”.
Dúvidas
Algumas perguntas para as quais não obtive respostas:
1- Por que tanta gente tentava copiar rapidamente os exemplos de código exibidos nos slides? Primeiro, não há tempo suficiente e, segundo, logo toda a palestra estará disponível no YouTube, no Google Code, enfim, só iriam conseguir rabiscos.
2 - Como o Google fez aquelas bolinhas que “sublimam”? Quando cheguei, a decoração estava cheia delas, com o passar de alguns minutos, não havia mais nenhuma decorando o lugar. Ou será que os convidados andaram com a mão um pouco “leve”?
3 - Mais importante: por que tanta gente durante a parte de perguntas e respostas, ao pegar o microfone, começa com “I have a question”? Isso é lógico, afinal, não estávamos num “karaokê”…

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Ficará semelhante a este: GDD 2008 mais um evento canetinha





novembro 10th, 2008 at 1:56 pm
[...] com certeza não foi mais um “evento canetinha”, foi [...]
julho 7th, 2008 at 11:59 am
você não iria gostar cassiano, lá não tem canecas de café
http://gulp.com.br/artigo/evento-adobe-em-brasilia/#comment-90638
[]s
julho 7th, 2008 at 11:30 am
que inveja
me leva no proximo para ficar escrevendo tudo que falam?
julho 1st, 2008 at 9:39 pm
Hahhahahah… ainda tem a cara de pau de perguntar quem pegou as bolinhas… hahah
Muleque, eu tenho uma opinião um pouco diferente da sua… Acho que eles fizeram o melhor que podiam em um evento com tanta coisa programada para um só dia. Acho que o vacilo todo foi por que havia pouco tempo para falar de tanta coisa massa, então decidiram ficar no superficial ali na hora e indicar o caminho das pedras.
Bom, achei até bacana o evento. Mas pode ser por que não estava esperando nada supreendente, mas o principal é que não foi embromation.
E quanto as bolinhas que sumiram cara de pau, quando cheguei você já estava com uma no bolso e não sobrou nada!!!!!! hahahah
falow maluco!